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LIVRETO CELEBRATIVO | Festa do Batismo do Senhor e Posse canônica do 2° Bispo Diocesano


SOLENE CELEBRAÇÃO EUCARÍSTICA
DA FESTA DO
 BATISMO DO SENHOR

&

POSSE CANÔNICA DO
BISPO DIOCESANO DA

DIOECESIS NOSTRÆ DOMINÆ ASSUMPTIONIS PAULISTÆ



CATEDR DIOCESANA DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO 
XI.I.MMXXVI

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CANTO DE ABERTURA

SESSÃO CÍVICA DE ACOLHIDA 

Estando todos reunidos no salão do prédio da Cúria Episcopal de Assunção Paulista, entra solenemente no salão o Eminentíssimo Cardeal Silva, o Eleito, Excelentíssimo Dom João Pedro para tomar lugar à frente no salão, ao chegar lá, entoa-se o hino do Brasil, hino do Vaticano e por fim o hino de São Paulo.
O Eminentíssimo Cardeal Silva em breves palavras saúda a todos os presentes e passa a palavra ao Eleito que saudará o povo presente, os bispos e em poucas palavras falará do ministério episcopal, como Pastor.
Logo em seguida inicia-se a procissão até a Catedral para a entrada Solene.

 RECEPÇÃO

Os Sinos dobram e o Bispo, de vestes corais, é recebido à porta da igreja catedral pelo Pároco e Cura da Catedral, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

ENTRADA

O Bispo adentra na igreja aspergindo o povo, enquanto canta-se um hino apropriado. 
 
ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO

Depois, convém que o Bispo seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 
 
PARAMENTAÇÃO

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, o Arcebispo e sacerdotes concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada.
 

RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
 
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
O Arcebispo e os demais ministros fazem a inclinação ao altar. Em seguida, o Bispo e demais concelebrantes beijam o altar em sinal de veneração  e o Arcebispo incensa a cruz e o altar. Terminada a incensação, o Arcebispo dirige-se para a cátedra. 

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, o Celebrante e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.

Em seguida, o Celebrante, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres.: A paz esteja convosco.
E o povo responde:
℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo
 
Após a saudação inicial, o Celebrante, em breves palavras, explica o significado do que se vai efetuar
 

 
LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO

Um dos diáconos ou um dos presbíteros concelebrantes apresenta as Letras Apostólicas ao Colégio dos Consultores na presença do Chanceler da Cúria.

A seguir, do ambão, lê ao povo as referidas Letras Apostólicas, que todos escutam sentados. 

Bula de Nomeação | Diocese de Nossa Senhora da Assunção Paulista


BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

ao dileto irmão João Pedro dos Passosaté então
Bispo auxiliar da Diocese de Nossa Senhora da
Assunção Paulista, eleito Bispo Diocesano dessa
mesma Diocese, Saúde e Bênção Apostólica.

Manete in dilectione mea!
(Jo 15,9)

A Igreja de Cristo, sustentada pelo Espírito do Senhor e edificada sobre o firme fundamento dos Apóstolos, requer em cada tempo pastores diligentes e prudentes, capazes de conduzir o Povo Santo de Deus com fidelidade doutrinal, ardor evangelizador e espírito de caridade pastoral.

Considerando a necessidade de prover um novo Pastor à Diocese de Nossa Senhora da Assunção Paulista, que, vacante por renúncia de nosso venerável irmão Antônio Chiavi, aguarda um Bispo idôneo para guiá-la com sabedoria e firmeza na fé, voltamos nosso olhar a quem, dentro dessa mesma Igreja particular, já demonstrou fidelidade ao Evangelho e dedicação ao rebanho de Cristo.

Sobressaem-se, assim, os vossos méritos, dileto irmão, que, exercendo o ofício de Bispo Auxiliar da Diocese de Nossa Senhora da Assunção Paulista, se distinguiu pela profunda vida espiritual, prudência pastoral, zelo missionário e sincero amor ao povo confiado ao seu ministério.

Por isso, após ouvir o parecer do Dicastério para os Bispos e ponderar cuidadosamente suas qualidades, pela autoridade apostólica que exercemos como Sucessor do Bem-Aventurado Pedro, te NOMEAMOS e CONSTITUÍMOS Bispo da Diocese de Nossa Senhora da Assunção Paulista, com todos os direitos, deveres e faculdades que o Direito Canônico confere aos legítimos Ordinários.

Exortamos o eleito a continuar servindo com a generosidade própria da espiritualidade inaciana, discernindo em tudo a vontade de Deus, guiando o clero com solicitude fraterna, fortalecendo as comunidades de vida consagrada e animando os fiéis leigos a viver com renovado ardor o compromisso missionário desta Diocese.

Confiamos seu ministério à proteção da Bem-Aventurada Virgem Maria, sob o título da Assunção, padroeira desta Diocese; e à intercessão de Santo Inácio de Loyola, para que sejas sempre pastor segundo o coração de Cristo, conduzindo esta amada Igreja particular na unidade, na fé e na caridade.

Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die octodecim mensis Novembris, anno sancto iubilaeo Domini bis millesimo vicesimo quinto, Peregrinorum Spei, primo Pontificatus Nostri


BENEDICTUS PP. VIII


 Henricus A. GÄNSWEIN
Episcopus  T.  Urbis Salviae


No fim, todos aclamam: 
℟.: Graças a Deus.

ENTREGA SIMBÓLICA DO BÁCULO E DA CÁTEDRA AO BISPO

Feito isto, o arcebispo entrega a cátedra e o Báculo ao Eleito, a partir deste momento, preside a Santa Missa, enquanto isso, canta-se.
 
ALOCUÇÃO DE SAUDAÇÃO AO BISPO
 
Se for costume, o Cura da Catedral ou um membro do colégio de consultores dirige uma saudação ao Bispo.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e alguns fiéis e, se for oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproximam-se do seu bispo, para lhe manifestarem obediência e respeito.

GLORIA
 
Canta-se, em seguida, o hino Glória a Deus nas alturas (Gloria in excélsis Deo).
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos, graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém! 

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Bispo: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração coleta.
 
Deus eterno e todo-poderoso, que, tendo sido o Cristo batizado no rio Jordão, e descendo sobre ele o Espírito Santo, o declarastes solenemente vosso dileto Filho, concedei aos vossos filhos adotivos, renascidos da água e do Espírito Santo, perseverar constantemente em vosso amor.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém

PRIMEIRA LEITURA
(Is 42,1-4.6-7)

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitor: Leitura do livro do profeta Isaías
Assim fala o Senhor: “Eis o meu servo – eu o recebo; eis o meu eleito – nele se compraz minha alma; pus meu espírito sobre ele, ele promoverá o julgamento das nações. Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas. Não quebra uma cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega, mas promoverá o julgamento para obter a verdade. Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra; os países distantes esperam seus ensinamentos. Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como o centro de aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos dos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas”.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 28)

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

— Que o Senhor abençoe, com a paz, o seu povo!

 Filhos de Deus, tributai ao Senhor, tributai-lhe a glória e o poder! Dai-lhe a glória devida ao seu nome, adorai-o com santo ornamento! 

 Eis a voz do Senhor sobre as águas, sua voz sobre as águas imensas! Eis a voz do Senhor com poder! Eis a voz do Senhor majestosa. 

 Sua voz no trovão reboando! No seu templo, os fiéis bradam: “Glória!” É o Senhor que domina os dilúvios, o Senhor reinará para sempre! 

SEGUNDA LEITURA
(At 10,34-38)

Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: “De fato, estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença. Deus enviou sua palavra aos israelitas e lhes anunciou a Boa-nova da paz por meio de Jesus Cristo, que é o Senhor de todos. Vós sabeis o que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo e com poder. Ele andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os que estavam dominados pelo demônio, porque Deus estava com ele”.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO


Segue-se o Aleluia ou outro canto.
ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA! ALELUIA!

ABRIRAM-SE OS CÉUS
E FEZ-SE OUVIR A VOZ DO PAI:
EIS MEU FILHO MUITO AMADO;
ESCUTAI-O, TODOS VÓS!

ALELUIA! ALELUIA!
ALELUIA! ALELUIA!
 
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.

O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

EVANGELHO
(Mt 3,13-17)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: 
O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres: 
Naquele tempo: Jesus veio da Galiléia para o rio jordão, a fim de se encontrar com João e ser batizado por ele. Mas João protestou, dizendo:
"Eu preciso ser batizado por ti, e tu vens a mim?"
Jesus, porém, respondeu-lhe: "Por enquanto deixa como está, porque nós devemos cumprir toda a justiça!" E João concordou. Depois de ser batizado, Jesus saiu logo da água. Então o céu se abriu e Jesus viu o Espírito de Deus, descendo como pomba e vindo pousar sobre ele. E do céu veio uma voz que dizia: "Este é o meu Filho amado, no qual eu pus o meu agrado".

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS BATISMAIS

(neste dia substitui-se o Creio pelas promessas)

Pres: Neste momento, façamos comunitariamente a renovação das promessas do batismo. 
Para viver na liberdade dos filhos e filhas de Deus, renunciais ao pecado?
Ass: Renuncio!

Pres: Para viver como irmãos e irmãs, renuncias a tudo o que vos possa desunir, para que o pecado não domine sobre vós?
Ass: Renuncio!

Pres: Para seguir Jesus Cristo, renuncias ao demônio, autor e princípio do pecado?
Ass: Renuncio!

Pres: Credes em Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra?
Ass: Creio!
 
Pres: Credes em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, que nasceu da Virgem Maria, padeceu e foi sepultado, ressuscitou dos mortos e subiu ao céu?Ass: Creio!

Pres: Credes no Espírito Santo, na santa Igreja católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição dos mortos e na vida eterna?
Ass: Creio!

Pres: O Deus todo-poderoso, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que nos fez renascer pela água e pelo Espírito Santo e nos concedeu o perdão de todo pecado, guarde-nos em sua graça para a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Ass: Amém.

ORAÇÃO UNIVERSAL

SÍNODO DOS BISPOS
Para a comunhão dos Povos 
MMXXVI

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Em seguida ao símbolo, faz-se a oração universal:

Pres: Irmãos (e irmãs), confiantes na ação do Espírito Santo que guia a Igreja pelos caminhos da comunhão e da paz, elevemos ao Pai nossas preces: Senhor, escutai a nossa prece.

 Rezemos pela Santa Igreja (silêncio)
para que, revestida do amor que é o vínculo da perfeição, seja sempre sinal de unidade entre os povos e fiel ao Evangelho de Cristo, rezemos ao Senhor.

 Rezemos Pelo Papa, pelos Bispos e por todos os Padres Sinodais (silêncio)
para que, guiados pelo Espírito de inteligência, de verdade e de paz, conheçam de todo o coração o que vos agrada e o coloquem em prática com coragem e fidelidade, rezemos ao Senhor.

 Rezemos Pelos trabalhos da IV Assembleia Geral do Sínodo dos Bispos (silêncio)
para que o discernimento comum, vivido na escuta, no silêncio e no diálogo fraterno, produza frutos abundantes de comunhão, missão e santidade, rezemos ao Senhor.

 Rezemos Pelos povos da terra, especialmente por aqueles feridos pela divisão, pela violência e pela injustiça (silêncio)
para que encontrem na Igreja um testemunho vivo do amor que reconcilia e congrega num só corpo, rezemos ao Senhor.

 Rezemos Por todos nós aqui reunidos (silêncio)
para que, confirmados pelos santos mistérios que celebramos, sejamos conduzidos à verdade e busquemos sempre a glória do vosso nome, rezemos ao Senhor.

O presidente conclui dizendo:

Pres: Deus, Pai de misericórdia, acolhei as preces do vosso povo peregrino e conduzi-nos, pelo vosso Espírito, no caminho da unidade e da paz. Por Cristo, nosso Senhor.

O povo responde:

Amém.

OFERTÓRIO

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
 
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
 
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
 
22. O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
 
23. Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
 
24. O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
 
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
 
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
 
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Recebei, Senhor, as oferendas que vos apresentamos no dia em que revelastes vosso Filho, para que a oblação dos vossos fiéis se torne o sacrifício daquele que, em sua misericórdia, quis lavar os pecados do mundo. Ele que vive e reina pelos séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass: Amém.

PREFÁCIO
    (O Batismo do Senhor)

31. Em todas as Missas do Natal e sua oitava, com exceção daquelas que tenham prefácio relativo aos ministérios e Pessoas divinas; também nos dias de semana do Tempo de Natal.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres:  Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso. Hoje, nas águas do rio Jordão, revelais o novo batismo com sinais admiráveis: pela vossa descida do céu, fazeis o mundo acreditar que vosso Verbo habita entre os seres humanos; e, pelo Espírito Santo, descendo em forma de  pomba, fazeis saber que vosso Servo, Jesus Cristo, foi ungido com o óleo da alegria e enviado para evangelizar os pobres. Por isso, hoje e sempre, nós nos unimos aos anjos e a todos os santos do céu, proclamando na terra a vossa glória, cantando a uma só voz :

SANTO

SANTO, SANTO, SANTO, SENHOR DEUS DO UNIVERSO.
O CÉU E A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
BENDITO AQUELE QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!
HOSANA NAS ALTURAS, HOSANA!

Para recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, o nosso Bispo João Pedro, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.


Pres.: MISTÉRIO DA FÉ!
℟.: ANUNCIAMOS, SENHOR, A VOSSA MORTE E PROCLAMAMOS A VOSSA RESSURREIÇÃO. VINDE, SENHOR JESUS!
Ou, para recitação:
Pres.: Mistério da fé!
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastáciae de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: POR CRISTO, COM CRISTO, E EM CRISTO, A VÓS, DEUS PAI TODO-PODEROSO, NA UNIDADE DO ESPÍRITO SANTO, TODA HONRA E TODA GLÓRIA, POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS.
℟.: AMÉM. 
Ou, para recitação:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
E, todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz, a comunhão e a caridade; o sacerdote dá a paz ao diácono e a outros ministros.
 
FRAÇÃO DO PÃO

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
 
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS, QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ. DAI-NOS A PAZ. SENHOR, A VOSSA PAZ.

Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
 
132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
 
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, faça se a oração da comunhão espiritual e em seguida inicia-se o canto da comunhão.


COMUNHÃO

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres:
 
Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nutridos pelo vosso sacramento, suplicamos humildemente, Senhor, a vossa clemência, para que, ouvindo fielmente o vosso Filho Unigênito, sejamos chamados filhos de Deus, e o sejamos de fato. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.

141. Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.


ATA DA POSSE CANÔNICA
DOM JOÃO PEDRO DOS PASSOS SJ-M 

Prot. N.º 002/2026
Livro de Tombo: 05 (Atas)

 DIOCESE DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO PAULISTA 
CHANCELARIA DIOCESANA 


São Paulo, 11 de Janeiro de 2026.

Aos que a esta nossa Ata virem ou
cuja leitura ouvirem ou cujo conhecimento
tomarem, saudação, paz e bênção no Senhor.

ATA DA POSSE CANÔNICA DO 2° BISPO DIOCESANO

Aos Onze dias do mês de janeiro do ano de dois mil e vinte e seis, às 16 horas e trinta minutos, na Paróquia Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Assunção, Sé Episcopal, sob a presidência de sua Eminência Reverendíssima Dom Ginaldo Emanuel.  Cardeal Silva (Arcebispo Metropolitano da Província eclesiástica de Paraíba do Sul) na presença dos senhores cardeais e bispos, dos sacerdotes do clero diocesano Assunção Paulista, demais sacerdotes convidados e incardinados a diversas dioceses de nossa comunidade, na presença também de diversos religiosos e religiosas, autoridades civis e militares e do povo de Deus, foi apresentado e empossado o 2º Bispo Diocesano de Nossa Senhora da Assunção Paulista, o Excelentíssimo e Reverendíssimo DOM JOÃO PEDRO DOS PASSOSNo início da cerimônia, o Eminentíssimo Dom Ginaldo Silva apresentou algumas palavras sobre o pastoreio do bispo em meio ao povo de Deus. Em seguida entregou o báculo ao novo bispo como símbolo do seu ministério pastoral, bem como deu a posse da cátedra ao novo bispo de onde presidirá toda a nossa comunidade eclesial diocesana. A recepção calorosa como de costume, tendo a recepção calorosa por parte do colégio dos consultores, dos membros do clero e das autoridades civis e militares de nossa diocese. Ao final da celebração o bispo empossado agradeceu a acolhida e carinho do clero, dos religiosos e do povo Paulista. Nada mais tendo a tratar eu, Padre Aerton Sales da Cunha, lavrei a presente ata que após lida será por mim assinado e também pelo bispo empossado, por todos os Eminentíssimos cardeais, Excelentíssimos senhores bispos e o arcebispo o colégio dos consultores e todos os demais sacerdotes presentes, representantes dos fiéis leigos e da vida consagrada.

Dado e passado em Assunção Paulista, na Festa do Batismo do Senhor e abertura do Sínodo dos bispos, aos Onze dias do mês de janeiro, do ano da graça do senhor de dois mil e vinte e seis, sobre as nossas armas e da chancelaria.



  João Pedro dos Passos 
Bispo Diocesano de Assunção Paulista 

   Adrian Alves de Souza 
Bispo Auxiliar de Assunção Paulista 

Pe. Aerton Sales da Cunha 
Pároco e Cura da Catedral e Chanceler Diocesano 



Subscrevido, arquivado: 11/01/2026.


ORAÇÃO OFICIAL DO SÍNODO 

Pres: Deus, nosso Pai, que, adotando-nos como filhos, nos tornastes irmãos uns dos outros em Cristo Jesus, conduzi a família humana na unidade, enquanto peregrinamos nesta terra.
Porque nos fizestes peregrinos, ó Pai, também dirigistes a nós o teu Espírito, para orientar e discernir, para iluminar e fazer-nos progredir.
E, quando, em nome do teu Filho, nos reunimos para caminhar juntos, nos dás a certeza de que também estás andando conosco.
Nós vos pedimos, ó Pai: volvei para nós a vossa face e iluminai-nos neste tempo de sinodalidade, para que, munidos do vosso Espírito, na escuta, no silêncio e no diálogo, sejamos testemunhas do vosso amor que em nós se manifesta.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

℟.: Amém.

_______________________________
 
BÊNÇÃO APOSTÓLICA

Ao fim da Celebração, o novo Bispo pode conceder a bênção apostólica, com indulgencias plenárias, com o seguinte rito:
Sac.: Caros irmãos, o nosso amador Pastor, Dom João Pedro dos Passos , por graça da Santa Sé Apostólica, Bispo desta Santa Igreja de Assunção Paulista, em nome do Sumo Pontífice, dará a bênção com a indulgência plenária a todos aqui presentes, verdadeiramente arrependidos, confessados e restaurados pela sagrada comunhão. Rogai a Deus, pelo Santo Padre, o Bento VIII, por nosso Bispo Dom João Pedro dos Passos e pela santa Mãe Igreja, e esforçai-vos por viver em sua plena comunhão e santidade de vida.
℟.: Amém.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

Pres.:  Pelas preces e méritos da Bem-Aventurada sempre Virgem Maria, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e de todos os Santos, o Senhor todo-poderoso e cheio de misericórdia vos conceda tempo verdadeiro e frutuoso arrependimento, coração sempre penitente e emenda da vida, perseverança nas boas obras, e perdoando todos os vossos pecados, vos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Pres.: Pela intercessão dos santos apóstolos São Pedro e São Paulo, abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.
 
143. Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres ou Diác: Glorificai o Senhor com a vossa vida; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
O povo responde:
Ass: Graças a Deus!


CANTO FINAL


Somos povo, nós somos peregrinos, 
Tua Igreja, viva, a celebrar 
Entre vozes, feridas e esperança, 
É nosso Deus que vem conosco caminhar. 
Somos povo, peregrinos, 
Povo santo e sacerdotal. 
Na tua Cruz, ó Cristo, redimidos! 
Entre nós és presença real.

Um só coração, uma só alma, 
O Espírito que nos faz irmãos. 
Tempo novo que nos faz lembrança 
que é Jesus quem nos une na missão.

Enviados a confines del mundo,
rompemos barreras de separación,
no importa la lengua que hablamos:
es el Espíritu la comunicación.
Argentina, Nicaragua,
Guatemala, Chile, El Salvador,
Colombia, México y Dominicana,
Venezuela, Brasil y Ecuador.

No silêncio, Deus se faz palavra 
No sofrer do irmão quer nos falar. 
Quando o mundo levanta, ergue muros, 
O Evangelho nos ensina a amar. 
Cada história é sagrada 
Na partilha se faz fraternidade. 
Andando juntos é que percebemos: 
Que a Igreja é sinodalidade

No digital e na vida concreta 
Nós queremos ser sinal do teu amor 
Uma Igreja que acolhe e cuida 
Que caminha unida, sem temor. 
Lugar santo de esperança 
Um refúgio para quem procura 
Casa antiga, mas que é sempre nova 
É família que no amor perdura

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