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LIVRETO CELEBRATIVO | Posse Canônica do Padre Aerton


   
 LIVRETO DE POSSE CANÔNICA 
PARÓQUIA CATEDRAL DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO 
05. 01. 2026

RITOS INICIAIS 


Fora da igreja, esteja o novo pároco, a procissão de entrada e o celebrante, seja o Bispo ou um delegado por ele. Então o celebrante entrega ao novo pároco as chaves da igreja, com as seguintes palavra, ou outras semelhantes:


ENTREGA DAS CHAVES DA IGREJA

Pres: Recebe as chaves da igreja e cuida da parte do povo de Deus que te é confiada. Desempenha com verdadeira caridade e contínua alegria a missão de Pároco, procurando em tudo agradar a Cristo, o Bom Pastor, do qual foste constituído ministro.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.



Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o celebrante diz:

Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

℟.: Amém.


O celebrante, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:

Pres.: Irmãos eleitos segundo a presciência de Deus Pai, pela santificação do Espírito para obedecer a Jesus Cristo e participar da bênção da aspersão do seu sangue, graça e paz vos sejam concedidas abundantemente.

℟.: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


Leitura do documento de Nomeação / Provisão

Todos sentam-se. O Bispo recebe a mitra. O Chanceler do Bispado ou outro presbítero designado faz a leitura do documento. No final a assembleia aclama a nomeação do novo Pároco.


PROVISÃO CANÔNICA
PE. AERTON SALES DA CUNHA 

Prot. N.º 001/2026
Livro de Tombo: 06 (Provisões)

DOM JOÃO PEDRO DOS PASSOS 
POR MERCÊ DE DEUS E DA SANTA SÉ APOSTÓLICA
BISPO ELEITO DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO PAULISTA 


São Paulo, 05 de Janeiro de 2026.

Aos que a esta nossa Provisão virem ou
cuja leitura ouvirem ou cujo conhecimento
tomarem, saudação, paz e bênção no Senhor.

"ECCOMI" 

                             PROVISÃO CANÔNICA

                                 PÁROCO E CURA


Sendo de nosso interesse de pai e pastor da parcela do povo de Deus presente nesta episcopal Sé de Assunção Paulista, capital em São Paulo, confiada à nossa solicitude, não deixar comunidade alguma sem assistência espiritual, fazemos saber que, em virtude das necessidades materiais e espirituais da Paróquia Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Assunção.

Havemos por bem nomear, como de fato pela presente provisão nomeamos, o Revmo. Sr. Sac. Aerton Sales da Cunha para o ofício de Pároco e Cura da referida Paróquia Catedral, com todos os direitos e deveres que o Código de Direito Canônico, nomeadamente os cânones 515 a 545, e as normas e diretrizes em vigor nesta nossa Diocese lhe conferem, por tempo indeterminado, até que esta Mitra Diocesana se manifeste em contrário.

Conforme o Cânone 519, exortamos-lhe que V. Revm.ª assume o dever de exercer o ministério de ProfetaSacerdote e Pastor:

1. Como Profeta, deverá proclamar a Palavra de Deus com fidelidade e respeito, sem ferir ou ofender ninguém;

2. Como Sacerdote, é sua responsabilidade conduzir o povo na celebração dos sacramentos, com especial atenção à Santa Eucaristia;

3. Como Pastor, deverá acolher a todos com gentileza, confortando os que sofrem e oferecendo apoio espiritual aos fiéis.

O Pároco é o responsável pelos bens móveis e imóveis da sua comunidade, que deverá administrar conscienciosamente, auxiliado pelo conselho administrativo, sob a direção deste Bispado, seguindo rigorosamente a legislação civil e as normas Diocesanas vigentes. Esta provisão não lhe confere poderes para remover, inserir ou alterar bens móveis ou imóveis da paróquia.

Por fim, recomendamos vivamente ao novo Pároco que, no exercício deste múnus pastoral, procure cumprir tudo aquilo que lhe inspirar o bom e reto zelo sacerdotal. Como cooperador nosso, muito lhe pedimos que ajude os fiéis a constituírem uma comunidade que acolha a todos, que seja missionária e solidária, plenamente inserida na Igreja Diocesana e Universal.

Cuide-se que esta provisão seja lida na solene concelebração Eucarística de posse e transcrita integralmente no Livro do Tombo da Paróquia.

Dado e passado na episcopal cidade de Assunção Paulista, nos escritórios da Chancelaria, aos cinco dias do mês de Janeiro, do ano da graça do senhor de 2026, sob nosso sinal e selo de nossas armas.



  João Pedro dos Passos 
Bispo Diocesano Eleito de Assunção Paulista 

   Adrian Alves de Souza 
Bispo Auxiliar de Assunção Paulista 




Subscrevido, arquivado: 05/01/2026.

Todos aclamam:
Ass.: Graças a Deus.

A Missa segue como de costume, com o convite ao Ato Penitencial. 

Pres.: Irmãos e irmãs, reconheçamos as nossas culpas para celebrarmos dignamente os santos mistérios.


Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
O celebrante diz:
Pres.: Confessemos os nossos pecados.
℟.: Confesso a Deus Todo-Poderoso e a vós, irmãos, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, (batendo no peito*) por minha culpa, minha tão grande culpa. E peço à Virgem Maria, aos Anjos e Santos, e a vós, irmãos, que rogueis por mim a Deus, Nosso Senhor. 

Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres.: Deus Todo-Poderoso tenha compaixão de nós perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
℟.: Amém.

Segue-se as invocações Senhor tende piedade de nós, caso já não tenham ocorrido no ato penitencial.

Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


Pres.: Cristo, tende piedade de nós.

℟.: Cristo, tende piedade de nós.


Pres.: Senhor, tende piedade de nós.

℟.: Senhor, tende piedade de nós.


ORAÇÃO DO DIA


Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus,
o vosso Verbo eterno ornou a face do céu
e assumiu da Virgem Maria
a fragilidade da nossa carne.
Nós vos pedimos:
aquele que, como esplendor da verdade,
apareceu entre nós,
manifeste a plenitude do seu poder
para a redenção do mundo.
Ele, que é Deus, e convosco vive e reina,
na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
℟.: Amém. 


PRIMEIRA LEITURA


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.


Leitura da Primeira Carta de São João 3,22-4,6


Caríssimos,
22
qualquer coisa que pedimos recebemos dele,
porque guardamos os seus mandamentos
e fazemos o que é do seu agrado.
23
Este é o seu mandamento:
que creiamos no nome do seu Filho, Jesus Cristo,
e nos amemos uns aos outros,
de acordo com o mandamento que ele nos deu.
24
Quem guarda os seus mandamentos
permanece com Deus e Deus permanece com ele.
Que ele permanece conosco,
sabemo-lo pelo Espírito que ele nos deu.
4,1
Caríssimos,
não acrediteis em qualquer espírito,
mas examinai os espíritos para ver se são de Deus,
pois muitos falsos profetas vieram ao mundo.
2
Este é o critério para saber se uma inspiração vem de Deus:
todo espírito que leva a professar
que Jesus Cristo veio na carne
é de Deus;
3
e todo espírito
que não professa a fé em Jesus
não é de Deus;
é o espírito do Anticristo.
Ouvistes dizer que o Anticristo virá;
pois bem, ele já está no mundo.
4
Filhinhos, vós sois de Deus
e vós vencestes o Anticristo.
Pois convosco está quem é maior
do que aquele que está no mundo.
5
Os vossos adversários são do mundo;
por isso, agem conforme o mundo,
e o mundo lhes presta ouvidos.

6
Nós somos de Deus.
Quem conhece a Deus, escuta-nos;
quem não é de Deus não nos escuta.
Nisto reconhecemos o espírito da verdade
e o espírito do erro.
Palavra do Senhor.

Todos aclamam:

Ass.: Graças a Deus.


SALMO RESPONSÓRIAL


O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.


Sl 2,7-8.10-11 (R.8a)

R. Eu te darei por tua herança os povos todos.

7
O decreto do Senhor promulgarei, †
foi assim que me falou o Senhor Deus: *
"Tu és meu Filho, e eu hoje te gerei!
8
Podes pedir-me, e em resposta eu te darei †
por tua herança os povos todos e as nações, *
e há de ser a terra inteira o teu domínio. R.

10
E agora, poderosos, entendei; *
soberanos, aprendei esta lição:
11
Com temor servi a Deus, rendei-lhe glória *
e prestai-lhe homenagem com respeito! R.

Segue-se o Aleluia ou outro canto.

No Evangelho, mesmo que haja diáconos, neste dia convém que seja proclamado pelo Pároco. Como de costume, primeiro o Bispo deita incenso no turíbulo, em seguida o Pároco se aproxima do Bispo, pede a benção e recebe o Evangeliário de suas mãos. O Bispo diz:

Pres.: Recebe o Evangelho de Cristo, do qual foste constituído mensageiro. Transforma em fé viva o que leres, ensina aquilo que creres e procura realizar o que ensinares.

Sac.: Dá-me a tua bênção.

O celebrante diz em voz baixa:

Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

Sac.: Amém.


O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:


EVANGELHO

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, e diz:

Diác. ou Sac.: O Senhor esteja convosco.

℟.: Ele está no meio de nós.


O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:

Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.

℟.: Glória a vós, Senhor.


Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 4,12-17.23-25

Naquele tempo,
12
ao saber que João tinha sido preso,
Jesus voltou para a Galileia.
13
Deixou Nazaré e foi morar em Cafarnaum,
que fica às margens do mar da Galileia,
14
no território de Zabulon e Neftali,
para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías:
15
"Terra de Zabulon, terra de Neftali, caminho do mar,
região do outro lado do rio Jordão, Galileia dos pagãos!
16
O povo que vivia nas trevas viu uma grande luz;
e para os que viviam na região escura da morte
brilhou uma luz".
17
Daí em diante, Jesus começou a pregar, dizendo:
"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".
23
Jesus andava por toda a Galileia,
ensinando em suas sinagogas,
pregando o Evangelho do Reino
e curando todo tipo de doença e enfermidade do povo.
24
E sua fama espalhou-se por toda a Síria.
Levavam-lhe todos os doentes,
que sofriam diversas enfermidades e tormentos:
endemoninhados, epiléticos e paralíticos.
E Jesus os curava.
25
Numerosas multidões o seguiam,
vindas da Galileia, da Decápole, 
de Jerusalém, da Judeia,
e da região além do Jordão.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:

Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.

℟.: Glória a vós, Senhor.


HOMILIA

 

Depois do Evangelho, o Bispo faz a homilia, explicando tanto as leituras bíblicas como o sentindo do rito de posse.


RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS SACERDOTAIS


Terminada a homilia, o Pároco aproxima-se do Bispo que está na sede de báculo e mitra; e permanecendo de pé diante do Bispo renova suas promessas que fez na ordenação, respondendo às perguntas:
Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos teus cuidados, renova o propósito de prometeste na ordenação.
Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.


Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desempenhar o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?

Pároco: Quero, com a graça de Deus.


O Bispo:

Pres.: Prometes reverência e obediência ao teu Bispo?

Pároco: Prometo.

Pres.: Deus, que te inspirou este bom propósito, te conduza mais à perfeição.

Logo em seguida o Pároco professa a fé e presta o juramento segundo as normas do direito. 

Terminada a renovação das promessas sacerdotais o Bispo ainda sentado dirige-se ao Pároco com as seguintes palavras:

Pres.: Querido filho, hoje vos é confiada a missão de dirigir o povo cristão desta Paróquia e de ensiná-los o que a Igreja recebeu de Jesus Cristo. Para isso, convém que agora, na presença deste mesmo povo, professes publicamente aquela mesma fé que lhes deve ensinar.

PROFISSÃO DE FÉ

O Pároco se ajoelha diante do Bispo e recita a seguinte profissão de fé:

Pároco: Eu, Aerton Sales da Cunha, creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber: Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém. Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal. Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes. Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência às doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferência dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.

Terminada a profissão de fé, Pároco continua de joelhos e faz o juramento de fidelidade. O diácono ou outro ministro sustenta o Evangeliário e o administrador/vigário paroquial impondo a mão direita sobre o Evangeliário diz:


JURAMENTO DE FIDELIDADE


Eu, padre Aerton Sales da Cunha, ao assumir o ofício de Pároco e Cura da Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Assunção, na Diocese de Nossa Senhora da Assunção Paulista, prometo conservar sempre a comunhão com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em meu procedimento. Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular, na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu ofício. Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este depósito, serão por mim evitadas. Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas que estão contidas no Código de Direito Canônico. Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma Igreja. Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas mãos.

Ao término da Missa o Pároco deve assinar os documentos da profissão de fé e juramento de fidelidade juntamente com o Bispo

ENTREGA DO BATISTÉRIO, CONFESSIONÁRIO E DO SACRÁRIO

Entrega do Batistério.
Pres: Recebe os instrumentos utilizados no Batismo dos novos filhos de Deus. Cuida para que a vida divina recebida neste sacramento cresça e se desenvolva sempre mais no coração dos fiéis.

Entrega do Confessionário. 
Pres: Recebe a estola roxa, veste usual para a administração do Sacramento da Penitência. Sê zeloso nesse ministério e distribui aos pecadores as riquezas da misericórdia infinita do Senhor.

Entrega da Capela do Santíssimo.
Pres: Lembra-te de que a Eucaristia é ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, em que se realiza a unidade do povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, recebe a chave do sacrário e zela com todo o cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida desta Paróquia.

Se nesta ocasião o celebrante for um outro presbítero delegado pelo Bispo Local, o empossado continua a presidência da celebração.

OFERTÓRIO


Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.

Depois, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
℟.: Bendito seja Deus para sempre!

Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
℟.: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:

Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.


ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS


No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:

Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.


Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;

Pres.: Aceitai, Senhor, as nossas oferendas
nesta admirável troca de dons,
para que, oferecendo-vos o que nos destes,
mereçamos acolher-vos em nós.
Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém. 


PREFÁCIO 

Este prefácio também pode ser usado nos domingos do Tempo Comum.
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz ou canta:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
℟.: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo,
é nosso dever e salvação dar-vos graças,
sempre e em todo lugar,
Senhor, Pai santo,
Deus eterno e todo-poderoso,
por Cristo, Senhor nosso.

Ele, no mistério do Natal que celebramos,
invisível em sua divindade,
tornou-se visível em nossa carne.

Gerado antes do tempo,
entrou em nossa história
para erguer em si o mundo decaído,
restituir a integridade do universo
e chamar para o reino dos céus
a humanidade perdida pelo pecado.

Por isso, também nós,
com todos os Anjos vos louvamos
e, em jubilosa celebração,
cantando (dizendo) a uma só voz:
Ao seu final, une as mãos e, com o povo, conclui o Prefácio, cantando ou em voz alta dizendo:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo. O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA III


O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Na verdade, vós sois Santo, ó Deus do universo, e tudo o que criastes proclama o vosso louvor, porque, por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso, e pela força do Espírito Santo, dais vida e santidade a todas as coisas e não cessais de reunir para vós um povo que vos ofereça em toda parte, do nascer ao pôr do sol, um sacrifício perfeito.


Une as mãos e as estende sobre as oferendas, dizendo:
Pres.: Por isso, ó Pai, nós vos suplicamos: santificai pelo Espírito Santo as oferendas que vos apresentamos para serem consagradas
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
a fim de que se tornem o Corpo e + e o Sangue de vosso Filho, nosso Senhor Jesus Cristo,
une as mãos
que nos mandou celebrar este mistério.


Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na noite em que ia ser entregue,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.


Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, e prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, pronunciou a bênção de ação de graças, e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, colocando-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Em seguida, diz:
Pres.: Eis o mistério da fé!
O povo aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando agora, ó Pai, o memorial da paixão redentora do vosso Filho, da sua gloriosa ressurreição e ascensão ao céu, e enquanto esperamos sua nova vinda, nós vos oferecemos em ação de graças este sacrifício vivo e santo.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!


Pres.: 
Olhai com bondade a oblação da vossa Igreja e reconhecei nela o sacrifício que nos reconciliou convosco; concedei que, alimentando-nos com o Corpo e o Sangue do vosso Filho, repletos do Espírito Santo, nos tornemos em Cristo um só corpo e um só espírito.
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!


1C: 
Que o mesmo Espírito faça de nós uma eterna oferenda para alcançarmos a herança com os vossos eleitos: a santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, São José, seu esposo, os vossos santos Apóstolos e gloriosos Mártires, (Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos, que não cessam de interceder por nós na vossa presença.
A assembleia aclama:
℟.: Fazei de nós uma perfeita oferenda!

2C: Nós vos suplicamos, Senhor, que este sacrifício da nossa reconciliação estenda a paz e a salvação ao mundo inteiro. Confirmai na fé e na caridade a vossa Igreja que caminha neste mundo com o vosso servo o Papa Bento e o nosso Bispo João Pedro, com os bispos do mundo inteiro, os presbíteros e diáconos, os outros ministros e o povo por vós redimido. Atendei propício às preces desta família, que reunistes em vossa presença. Reconduzi a vós, Pai de misericórdia, todos os vossos filhos e filhas dispersos pelo mundo inteiro.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!

*3C: Acolhei com bondade no vosso reino os nossos irmãos e irmãs que partiram desta vida e todos os que morreram na vossa amizade. Unidos a eles, esperamos também nós saciar-nos eternamente da vossa glória,
une as mãos
por Cristo, Senhor nosso. Por ele dais ao mundo todo bem e toda graça.

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:

Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.

O povo aclama:

℟.: Amém.


RITO DA COMUNHÃO


Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.


O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos: 
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
℟.: Amém.


O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
℟.: O amor de Cristo nos uniu.


SAUDAÇÃO DA PAZ


Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:

Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.


Enquanto isso, canta-se ou recita-se:

℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:

Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

Ou: 

Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.


O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

COMUNHÃO


O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:

O Corpo de Cristo.

O que vai comungar responde:

Amém.

O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.


Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.


Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.


O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
 
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
 
De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Nós vos pedimos,
ó Deus todo-poderoso,
que a nossa vida seja sempre sustentada
pela força dos vossos santos mistérios.
Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:

℟.: Amém. 


ATA DA POSSE CANÔNICA

PE. AERTON SALES DA CUNHA 

Prot. N.º 001/2026
Livro de Tombo: 05 (Atas)

 DIOCESE DE NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO PAULISTA 
CHANCELARIA DIOCESANA 


São Paulo, 05 de Janeiro de 2026.

Aos que a esta nossa Ata virem ou
cuja leitura ouvirem ou cujo conhecimento
tomarem, saudação, paz e bênção no Senhor.

                         ATA DA POSSE CANÔNICA

No Quinto (5°) dia do mês de Janeiro (01) do ano de dois mil e vinte e seis (2026), sendo Sumo Pontífice Sua Santidade o Papa Bento VIII, nosso Bispo Diocesano – Dom João Pedro dos Passos SJ-M, na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Assunção, às Dezenove horas, em Solene Concelebração Eucarística, sob a presidência de Sua Excelência Reverendíssima Dom Adrian Alves de Souza, Bispo Auxiliar da Diocese, e padres concelebrantes, religiosos e religiosas; com numerosa participação do Povo de Deus desta Paróquia Catedral e demais paróquias da diocese; TOMOU POSSE, como PÁROCO E CURA, o Revmo., Pe. Aerton Sales da Cunha, nomeado em 30/12/2025, conforme provisão expedida pela Cúria Diocesana, pelo Excelentíssimo Sr. Dom João Pedro dos Passos, Bispo Diocesano, por tempo indeterminado, conforme as prescrições do Direito Canônico, c. 522.

Após a saudação inicial da celebração, o Chanceler fez a leitura do documento de nomeação; seguiu-se a Liturgia da Palavra e o Rito de dedicação da igreja. Na aclamação ao evangelho recebeu das mãos do bispo o Evangeliário e proclamou o evangelho, lembrando que uma das funções do padre é o anúncio da Palavra. Na homilia o bispo recordou as funções do padre na paróquia e dos fieis da paróquia para com o padre. Após a homilia, o Padre Aerton Sales da Cunha renovou as Promessas Sacerdotais; o bispo lhe entregou as chaves do sacrário, chaves da igreja, a Capela batismal e a estola Roxa e se dirigiram para a Capela do Santíssimo para um breve momento de adoração; em seguida prestou a Profissão de Fé e o Juramento de Fidelidade e o bispo o declarou empossado como pároco e Cura da referida Catedral .  A celebração seguiu de acordo com o rito da Santa Missa. Após a oração depois da comunhão, a Comunidade proferiu a mensagem de acolhida ao novo Pároco, Pe. Aerton Sales da Cunha e em seguida dirigiu suas palavras de pastor à Comunidade que lhe foi confiada ao pastoreio. O  bispo agradeceu a participação de todos, agradeceu aos padres presentes, sinal da comunhão sacerdotal, e proferiu a bênção sobre todos os fiéis. 

E, para perpétua memória, foi redigida esta ata que será assinada.

Dado e passado na cidade episcopal de Assunção Paulista, São Paulo, sob nosso selo e assinatura de nossa chancelaria, ao Quinto dia do mês de Janeiro do Ano da graça do senhor de dois mil e vinte e Seis.




  João Pedro dos Passos 
Bispo Diocesano Eleito de Assunção Paulista 

   Adrian Alves de Souza 
Bispo Auxiliar de Assunção Paulista 

Pe. Aerton Sales da Cunha 
Pároco e Cura 



Subscrevido, arquivado: 05/01/2026.

BÊNÇÃO FINAL

 

Se for necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

 

Na Missa pontifical, o Bispo recebe a mitra e, estendendo as mãos, diz:
Bispo: O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟.: Ele está no meio de nós
Bispo: Deus, pastor e guia da Igreja, te guarde constantemente com sua graça para cumprirdes com fidelidade o dever de Pároco.
 
℟.: Amém.

Bispo: Ele te conceda, cada vez mais, forças para seres no mundo servo e testemunha da verdade e do amor de Deus e ministro fiel da reconciliação.
 ℟.: Amém.

Bispo: Ele continue te guiando e te fazendo verdadeiramente pastor, de forma que leves a este novo povo a ti confiado o Pão vivo e a Palavra de vida, e assim cresçam na unidade do Corpo de Cristo.
 ℟.: Amém.

Bispo: a todos vós aqui reunidos, abençoe-vos Deus todo-poderoso Pai + e Filho + e Espírito + Santo.  ℟.: Amém.

Bispo: : A alegria do Senhor seja a vossa força ide em paz e o Senhor vos acompanhe! 
 ℟.: Graças a Deus!

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