SOLENE RITO DE IMPOSIÇÃO DO BARRETE DE SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA PE. MIGUEL ÂNGELO
Assunção Paulista - 22 de Outubro
RITOS INICIAIS
Reunido o povo no local indicado, o Presidente da Celebração dirige-se ao altar com os cerimoniários, acompanhado e os demais clérigos, e o Pe. Miguel Ângelo. Durante a entrada, canta-se um canto apropriado.
Chegando ao altar, todos, fazem uma profunda reverência. Depois dirige-se à cadeira.
O presidente, chegando ao altar, faz com os cerimoniários uma profunda inclinação, e dirige-se à sua cadeira.
Terminado o canto, o presidente da celebração, tendo todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o presidente, diz:
℣. Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo
O povo responde:
℟. Amém
Em seguida, o presidente, abrindo os braços, sauda o povo:
℣. A paz esteja convosco.
O povo responde:
℣. Bendito seja Deus que nos reunimos no amor de Cristo.
Todos se sentam. O Pe. Miguel Ângelo dirige um discurso de homenagem e agradecimento ao Santo Padre.
Depois, o presidente diz:
℣. Oremos.
E todos rezam com o presidente, por algum tempo, em silêncio.
Então o presidente, de braços abertos, reza a oração;
Senhor, nosso Deus, rogamos-te por meio de teu Filho unigênito, nosso Senhor Jesus Cristo, que pela efusão do Espírito Santo, continua a derramar tuas graças sobre este teu servo, à frente de seu ministério sacerdotal, para a constante edificação de tua Santa Igreja e do teu santo sacrifício. Ele, que é Deus, e convosco vive e rainha, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(Ef 3, 2-12)
Irmãos, 2se ao menos soubésseis da graça que Deus me concedeu para realizar o seu plano a vosso respeito, 3como, por revelação, tive conhecimento do mistério, tal como o esbocei rapidamente. Ao ler-me, podeis conhecer a percepção que eu tenho do mistério de Cristo. 5Este mistério, Deus não o fez conhecer aos homens das gerações passadas mas acaba de o revelar agora, pelo Espírito, aos seus santos apóstolos e profetas: 6os pagãos são admitidos à mesma herança, são membros do corpo, são associados à mesma promessa em Jesus Cristo, por meio do Evangelho.
7Disto eu fui feito ministro pelo dom da graça que Deus me concedeu no exercício do seu poder. 8Eu, que sou o último de todos os santos, recebi esta graça de anunciar aos pagãos a insondável riqueza de Cristo 9e de mostrar a todos como Deus realiza o mistério desde sempre escondido nele, o criador do universo.
10Assim, doravante, as autoridades e poderes nos céus conhecem, graças à Igreja, a multiforme sabedoria de Deus, 11de acordo com o desígnio eterno que ele executou em Jesus Cristo, nosso Senhor. 12Em Cristo nós temos, pela fé nele, a liberdade de nos aproximarmos de Deus com toda a confiança.
℣. Palavra do Senhor.
℟. Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 94(95)
℟. Hoje não fecheis o vosso coração, mas ouvi a voz do Senhor!
Vinde, exultemos de alegria no Senhor, * aclamemos o Rochedo que nos salva! ℟
Ao seu encontro caminhemos com louvores, * e com cantos de alegria o celebremos! ℟
Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, * e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! ℟
Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, † e nós somos o seu povo e seu rebanho, * as ovelhas que conduz com sua mão. ℟
Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: † "Não fecheis os corações como em Meriba, ℟
como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, * apesar de terem visto as minhas obras". ℟
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
℟. Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Tendo dado início a aclamação do Evangelho, quem vai proclamá-lo se dirige ao presidente e diz:
℣. Dá-me a tua benção.
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios, para que possas anunciar dignamente o teu Evangelho. Em nome do Pai e do Filho e ✠ do Espírito Santo.
Feito isso, o pároco ergue o Evangeliário e se dirige ao ambão, de onde proclamará.
EVANGELHO
(Lc 12, 35-38)
℣. O Senhor esteja convosco.
℟. Ele está no meio de nós.
℣. Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo ✠segundo Lucas
℟. Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 35“Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater.
37Felizes os empregados que o senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar-se à mesa e, passando, os servirá. 38E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar!”
℣. Palavra da Salvação.
℟. Glória a vós, Senhor.
REFLEXÃO
Terminada a proclamação do Evangelho, o presidente faz sua reflexão.
ENTREGA DA BULA DE CONDECORAÇÃO E DO BARRETE
Após a reflexão, dá-se início ao rito de entrega da Bula de Condecoração com a leitura da mesma Bula a qual será feita por um presbítero, do ambão.
BENEDICTUS EPISCOPUS,
SERVUS SERVORUM DEI
Ao veneráveis irmãos sacerdotes e a todos que estas letras lerem, saúde, paz, e bênção apostólica.
“A perene aliança de Cristo com sua Igreja tem como sinal o seu Sacerdócio eterno” (cf. Ef. 5, 24-25), que Ele próprio concede ao seu povo. “Diante disso, inúmeros títulos durante a história da Igreja foram utilizados para enriquecer e dignificar ainda mais os diversos ministérios espalhados pelos Dicastérios e Circunscrições Eclesiásticas deste redil.” (Motu Proprio Ordine ad Presbyteros, n.º 1).
Aprouve a nós, por inspiração Divina, que nos permitiu assentar neste sólio pontifício, voltar nossos olhos às necessidades de todo o orbe católico presente no Minecraft. Como forma de reconhecimento aos sacerdotes Filipe Gomes e Miguel Ângelo, pelos serviços prestados a Santa Igreja, os condecoramos com o título de Monsenhor Capelão de Sua Santidade.
Por esta concessão, reconhecemos nos referidos sacerdotes um digno serviço na Igreja, chamados a perseverar na oração, na caridade pastoral e na obediência aos legítimos pastores, fazendo de sua vida um testemunho constante de serviço a Deus e aos irmãos.
Por fim, rogamos as inspirações do Paráclito da mesma forma que desce em línguas de fogo sobre os apóstolos e Maria Santíssima, fazendo-os pescadores de homens e missionários da palavra de Deus.
Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die XXI mensis Octobris, anno Domini millesimo bismillesimo vicesimo sexto, Pontificatus Nostri anno secundo.
BENEDICTVS PP. VIII
Terminada a leitura da Bula, o Mons. Miguel Ângelo se aproxima do Bispo. Chegando diante do bispo, ajoelha-se e recebe, em silêncio, o barrete e a Bula de Condecoração.
Recebidos o barrete e a Bula, o recém-condecorado presta homenagem ao bispo; em seguida, saúda os demais presentes e retorna ao seu lugar.
PRECES DA COMUNIDADE
Logo após o presidente diz, de mãos unidas:
Irmãos, reunidos em torno da Palavra do Senhor, elevemos nossas súplicas com humildade e confiança, registrando que o verdadeiro serviço em Cristo é sinal de grandeza. Inspirados pelo Evangelho e pela solenidade que celebramos, rezemos: Cristo, ouvi-nos; Cristo, atendei-nos!
Um leitor dirige-se ao ambão, e recita as invocações:
Pela Igreja Santa e Católica, para que, à imitação de Cristo, continue a ensinar e testemunhar o serviço humilde e generoso ao povo de Deus, nós vos pedimos: R/.
Pelo Santo Padre, o Papa Bento VIII, e por todos os que exercem ministérios eclesiásticos, especialmente pelo Mons. Miguel Ângelo, para que, em sua nova missão nesta Comunidade eclesial, seja reflexo do amor de Cristo, que veio para servir e dar a vida a todos de salvação, pedimos vos: R/.
Pelos governantes e líderes das nações, para que promovam a justiça e o bem comum, colocando-se o serviço dos mais pobres e necessitados, nós vos pedimos: R/.
Pela nossa Comunidade de fé, para que, fortalecida pela Palavra que diariamente celebramos e comungamos, cresça no amor mútuo, no serviço fraterno e no testemunho cristão, nós vos pedimos: R/.
Pelos doentes, pobres e marginalizados, para que se encontrem na Igreja de acolhimento, conforto e sinais do amor de Deus, e para que inspirem em todos nós a disposição de servir sem esperar recompensa, nós vos pedimos: R/.
Pelos falecidos que confiaram sua vida ao Senhor, para que, purificados de suas faltas, sejam acolhidos na glória eterna, onde Cristo reina para sempre, nós vos pedimos: R/.
O presidente conclui com a oração dominical:
Rezemos, irmãos caríssimos, para que a esperança de Deus todo-poderoso multiplique a sua graça neste seu servo. Por isso, unimos agora nossos louvores e pedidos com as palavras do próprio Senhor:
O presidente abre os braços e prossegue com o povo:
Pai nosso que está nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feito a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O presidente, de braços abertos, reza a oração:
Deus, cujo caminho universal é sempre a misericórdia e a verdade, sustentai os dons da vossa obra, e o que não é possível à fragilidade humana, conciliai, misericordioso, com a vossa graça, para que este vosso servo, edificando constantemente a vossa Igreja, brilhe fecundo na integridade da fé e iluminado na pureza da mente. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo responde:
℟. Amém.
RITOS FINAIS
Se necessário, faça-se breves comunicações ao povo.
O presidente, estendendo as mãos, diz:
℣. O Senhor esteja convosco.
Todos respondem:
℟. Ele está no meio de nós.
O presidente diz:
℣. Bendito seja o nome do Senhor.
Todos respondem:
℟. Agora e para sempre.
O presidente:
℣. Nossa proteção está no nome do Senhor.
Todos:
℟. Que fez o céu e a terra.
Então o presidente abençoa o povo:
℣. Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai ✠ e Filho ✠ e Espírito ✠ Santo.
Todos:
℟. Amém.
O presidente conclui:
℣. Bendigamos ao Senhor.
Todos:
℟. Graças a Deus.
Depois, o presidente se volta para a imagem da Virgem Maria, enquanto canta-se a antífona mariana Salve Rainha (Salve Regina).
Por fim, como no início, todos se retiram.
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